Começando tudo de novo, mais uma vez

Saudações caros leitores!

Quem é louco e costuma acompanhar isso aqui deve ter notado minha ausência. Eu andei sem saco de escrever, como de costume. E fiquei devendo ao menos um artigo. Mas pretendo fazer mais que isso.

Só que em outro endereço.

Migrei meu blog daqui para o WordPress, e agora vocês podem me encontrar no endereço:

http://dcorsi.wordpress.com/

Esse fica aqui, mas não devo postar mais nada (talvez eu faça postagens repetidas aqui, mas não decidi ainda.

Não desista de acompanhar, caro leitor, você pode acabar gostando...

Abraços!

Daniel Corsi

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Tempo, relações sociais e muita preguiça

ou: como lidar com a procrastinação, fazer o que se quer, fazer o que esperam de você e ainda lidar com a falta de tempo inata;

ou ainda: como consumi meu tempo e deixei isso aqui sem atualizações a mais de um mês;

ou ainda: porque eu tenho tempo mas não faço tudo que preciso;

ou ainda: porque a gente tem preguiça.

Caramba, quantos subtítulos, diria um incauto leitor.

Bem, a idéia de tantos subtítulos é, essencialmente, dizer que embora eu queira falar de um assunto específico, esse assunto tem tantos desdobramentos que o raciocínio acaba se perdendo, e no meio da coisa toda é fácil divagar.

Pra quem acompanha esse blog (quem, meu deus, quem?!?!), deve se lembrar que eu falei sobre tempo num dos últimos posts (no longínquo 4 de novembro). Pois é. Lidar com o tempo parece ser uma coisa recorrente para mim e, como você, desocupado, amigo ou simpatizante, resolver acompanhar essas mal escritas linhas, será um assunto recorrente para você também.

A questão aqui não é mais como organizar o tempo, mas sim falar um pouco sobre a nossa (não sei se sua, mas ao menos a minha) capacidade de procrastinar. 

Primeiro, pra quem não sabe, o pai dos burros (tá, eu não gosto de chamar dicionário assim, porque fiz isso então?) Houaiss dá uma ajudinha:

 

procrastinar

Datação 1674 cf. VidJoa

Acepções

■ verbo

transitivo direto e intransitivo

transferir para outro dia ou deixar para depois; adiar, delongar, postergar, protrair

Ex.: <p. o início das obras> <ele não costuma p.>

Etimologia

lat. procrastìno,as,ávi,átum,áre 'id.'

Sinônimos

ver sinonímia de adiar e 2remanchar

Antônimos

abreviar, antecipar, precipitar

Homônimos

procrastináveis(2ªp.pl.)/ procrastináveis(pl.procrastinável [adj.2g.])

Gramática

a respeito da conj. deste verbo, ver -inar

Sim senhores, estou falando da nossa (sim, nossa, porque eu duvido que você também não seja assim) capacidade de deixar para depois.

E todo mundo deve ter lembrado daquele ditado popular que dizia: "não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje" e, é claro, a sua versão 'distorcida': "não faça hoje o que se pode deixar para amanhã".

E aí? O que fazer diante da vontade de perder tempo? O que fazer diante da falta de vontade de fazer alguma coisa? Como controlar o impulso de deixar o tempo passar? 

Eu, obviamente, não tenho respostas. O melhor que eu posso fazer por você, caro amigo, é lançar a pergunta e lhe convidar a pensar junto (Algo um tanto socrático da minha parte, eu diria).

E então, tens algum palpite, idéia ou sugestão?

O espaço está aí em baixo. Comente, palpite, critique, elogie, xingue (mas pegue leve), enfim, faça o que quiser, afinal, se você gasta seu tempo aqui, o mínimo que eu posso oferecer em troca é um bom espaço pra você, não é mesmo?

Por hoje é só. Amanhã eu volto (será?) pra falar de coisas mais leves e menos filosóficas. Sim, amanhã é dia de cultura inútil no blog, vou falar de séries de TV, no primeiro artigo de uma série (pois é) sobre uma das minhas coisas favoritas na vida (isso tudo é claro, se eu não procrastinar um pouco).

Abraços, beijos e tudo aquilo lá.

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Porque lemos, escrevemos e compartilhamos?

ou: A importância do Ouvir.

Um dos meus queridos amigos, numa conversa por email, me escreveu algo mais ou menos assim: "Gostaria de escrever bem. Ter a habilidade de colocar em palavras os sentimentos e afetos vivenciados e experiemtnados... Mas ainda estou longe do meu objetivo, por isso faço as palavras de outras pessoas, muito mais versadas do que eu, minhas palavras..."

Daí, enquanto escrevia a resposta, me veio a questão do post. Minha resposta foi algo assim:

"É, eu também gostaria de escrever bem, aliás, gostaria de escrever minimamente bem, de conseguir, ao menos, concatenar meus pensamentos em alguma ordem que faça sentido.

Hoje, eu escrevo porque me sinto compelido a exteriorizar. Preciso, por uma série de motivos, tenho me sentido mal quando os pensamentos, sejam eles bobos e cotidianos, sejam profundo e existenciais, ficam presos em minha cabeça. Mas, como é possível notar, eu gosto muito de ouvir (e ouvir, sem aqui um sentido mais amplo do que o sonoro), de tentar perceber se existe no mundo alguém que pensa parecido comigo, se existem pessoas que se identificam com o que sinto, que sintam algo parecido, que tenham os mesmos problemas. É parte de um processo de se sentir parte de algo, de me sentir vivo.
Além disso, ouvir (quase) sempre acrescenta algo. Seja porque as expressões em diferentes mídias trazem diferentes nuances, seja porque, embora parecidas, as experiências sempre são diferentes, seja porque, de alguma forma, sempre existe algo diferente em cada olhar, que, quando percebido, e trazido a sua realidade, te torna uma pessoa melhor."

Acrescento: escrever dá as coisas um toque de oficialidade, dá as coisas algo de definitivo. Uma vez escrito e publicado, não se volta mais atrás.
E por isso compartilhamos, por isso queremos que as pessoas leiam, e mostrem que leram (seja comentando, escrevendo algo a respeito, mandando uma carta (?!), mandando um email.

Enfim, mais uma série de divagações.

E pra terminar, um poema do Drummond 

Definitivo

Definitivo, como tudo o que é simples. 
Nossa dor não advém das coisas vividas, 
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. 

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos 
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções 
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado 
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter 
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que 
gostaríamos de ter compartilhado, 
e não compartilhamos. 
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. 

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas 
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um 
amigo, para nadar, para namorar. 

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os 
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas 
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. 

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. 

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo 
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, 
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. 

Por que sofremos tanto por amor? 
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma 
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez 
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz. 

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um 
verso: 

Se iludindo menos e vivendo mais!!! 
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida 
está no amor que não damos, nas forças que não usamos, 
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do 
sofrimento,perdemos também a felicidade. 

A dor é inevitável. 
O sofrimento é opcional...

Abraços!

 

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Produtividade, organização e tempo, ou a falta dele.

Todo esse calor infernal me deixou, como deve ter deixado muita gente, numa moleza tipicamente baiana.

Esse estado de letargia, se por um lado afetou minhas tentativas de trabalho e estudo, por outro lado me levou a pensar em alguns aspectos importantes de quem pretende realizar tarefas de um modo geral.

O primeiro ponto que acho interessante discutir, e que talvez seja a base de todo o resto, é a organização do tempo. 

Ter tempo é muito fácil: basta não fazer nada. Você terá, instantaneamente, todo tempo livre do mundo. É claro, essa postura não é muito produtiva, e portanto, não atende aos requisitos do tema, que é como lidar com o tempo de forma a ser produtivo e realizar tarefas conforme a demanda. Então, para isso é preciso planejamento. Mas para planejar o tempo com eficácia, é preciso pautar com atenção as características das tarefas, a duração das mesmas, a possibilidade de imprevistos, dificuldades devido a estados imprevisíveis e condições adversas quaisquer que levem o trabalho a paralisações temporárias de qualquer  sorte. 

Como você deve ter percebido, caro amigo, é uma tarefa inglória. Planejar o tempo com eficiência toma muito tempo. E isso, novamente, vai de encontro ao propósito inicial dessa discussão toda. 

Então, você deve estar se perguntando, como diabos eu faço para lidar melhor com o meu tempo? Bem, primeiro é bom que se saiba que aqui não é o melhor lugar para achar respostas. Aqui eu queria colocar um questionamento, que, se não ajudar mais ninguém, ao menos deve me ajudar a por as idéias em ordem.

Segundo, eu acredito, baseado em observação e experiência, que as pessoas que lidam melhor com o tempo são, de forma geral, aquelas que conseguem lidar de maneira mais eficiente com adiversidades e imprevistos. Sejam elas pessoas que se planejam muito ou não.

Daí tiro a idéia que é preciso ter uma boa capacidade de ação conclusiva, o que ajuda a ter uma melhor perspectiva sobre os fatos e, mesmo que empiricamente exista um extenso planejamento sobre as atividades a serem realizadas.

Enfim, só um monte de divagações bobas de alguém que não aguenta mais o calor e está com muita preguiça de fazer algo mais produtivo.

Abraços!

ps - comentem! eu sei que tem gente que lê, porque esse blog tem visitas, mas ninguém se dá ao trabalho de escrever nem um alô?

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Jardim

Hoje comecei a empreitada de tentar aprender e cuidar do jardim de casa.

Pra quem não sabe, minha casa tem um grande jardim aos fundos, com uma área gramada, algumas pequenas árvores, plantas pelas paredes e muitas flores.

Minha primeira dificuldade foi começar do zero. Nunca tinha sequer dado bom dia ao jardim. Nunca gostei muito dele. Me envolvia na medida do absolutamente necessário, comprando coisas para a que a mulher que vinha cuidar dele pudesse fazer isso, ouvia (e raramente palpitava) nas opiniões da minha mãe sobre o assunto, quando muito abria as portas na madrugada de sábado para que a mulher entrasse em casa.

Dada minha ignorância, fui buscar no oráculo as respostas e as instruções necessárias para a tarefa. Aí, o primeiro problema a ser superado foi a falta de equipamento. Tudo que achei na net foi sobre como cortar a grama com um cortador elétrico. E eu, obviamente, não tenho um desses. O equipamento que me cabe é uma tesoura de jardim e, aparentemente, quem usa tesoura ou outros métodos antigos e manuais para cuidar do jardim tb não tem internet.

Sem muitas instruções e com um equipamento antiquado, lá fui eu sentar no chão, munido de minha tesoura, um boné e protetor solar, no dia de mais sol no ano (e de menor umidade do ar), cortar a grama. 

Ao longo das duas horas e meia nesse (des?)agradável exercício, me restam algumas lições para quem, incauto como eu, for em busca de aprender a cuidar do seu jardim.

Primeira lição: use luvas: minha mão dói um pouco das picadas de formigas e das espetadas das plantas;

Segunda lição: as plantinhas bonitas que crescem no meu da grama são algum tipo de 'praga' e deve ser retirada pela raiz, e não cortada;

Adendo a segunda lição: tirar a raiz de uma planta depois de podar é bem mais difícil;

Terceira lição: recolha a grama depois de cortar tudo, usando uma vassoura ou aspirador de pó;

Adendo a terceira lição: tirar a grama cortada com a mão é uma tarefa inglória;

Quarta lição: use luvas! Pode parecer incomodo, mas ao fim do dia valerá a pena.

Por fim, resta esperar o que vão ser dos próximos dias. Meus cálculos iniciais são de que eu levarei uns 20 dias para terminar o trabalho que a mulher e dois ajudantes faziam em um período do dia. E com isso me vem a mente a idéia de que, ao terminar, a área em que eu comecei já estará precisando de novos cuidados e que esse trabalho pode nunca ter fim...

Amanhã: Jardim II, a missão.

Abraços!

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O segredo é cuidar do seu jardim!

Pesquisando sobre como cuidar do jardim, encontrei esse texto e achei que ele faz muito sentido e que, embora eu consiga entendê-lo bem (será?), talvez ainda não consiga vivê-lo plenamente.

 

Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra é bobagem.
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela….

Um dia nós percebemos que as mulheres tem instinto “caçador” e fazem qualquer homem sofrer…

Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável…

Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples…

Um dia percebemos que o comum não nos atrai…

Um dia saberemos que ser classificado como o “bonzinho” não é bom…

Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você…

Um dia saberemos a importância da frase:
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas…”

Um dia percebemos que somos muito importantes para alguém, mas não damos valor a isso…

Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas aí­ já é tarde demais…

Enfim… um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer tudo o que tem que ser dito naquele momento.

Não existe hora certa para dizer o que sentimos se quem estiver te ouvindo não te compreender, não te merecer…

O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras…

Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.

“Cada um que passa em nossa vida passa só, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai só. Leva um pouco de nós, deixa um pouco de si. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova de que duas almas não se encontram por a caso…”

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.

Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas…
É cuidar do jardim para que elas venham até você.

Mário Quintana


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Legião Urbana - Clarisse

Aquele poema me deu vontade de ouvir legião, em especial essa música.

Legião foi meu 'começar a gostar de música'. Acho que esse resgate vai ser gostoso. To com vontade de ouvir um cd.

 

Edit - Fui pegar meus CDs da legião e descobri que alguns estão desaparecidos :(

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Sonhos

Sonho

Será que em algum momento na vida eu deixei meus sonhos de lado?
Será que já os tive?
Mais ainda, será que é possível 'perder' sonhos?

Eu tento me lembrar dos meus sonhos de criança, e tudo me parece um grande vazio. 
Claro, eu lembro de querer ser um grande guitarrista, ser um desenhista, um cantor, ser famoso, ser rico, ser importante, mas nunca tive um sonho de futuro concreto. 
Talvez eu sempre tenha sido inseguro (e certamente ainda sou) e tudo que eu desejasse (todos esses meus sonhos) fossem um chamado por atenção. 
Enfim, eu não sei exatamente qual a minha idéia (a confusão no pensamento é constante esses dias...), mas queria registrar isso aqui.

Abaixo, um poema enviado pela minha mãe depois de falarmos sobre o assunto.

Cheers!

"Pus o meu sonho num navio"

Pus o meu sonho num navio
e o navio em cima do mar;
- depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar

Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre de meus dedos
colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe,
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio...

Chorarei quanto for preciso,
para fazer com que o mar cresça,
e o meu navio chegue ao fundo
e o meu sonho desapareça.

Depois, tudo estará perfeito;
praia lisa, águas ordenadas,
meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas.

 
Clarice Lispector

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My Chemical Romance- House of Wolves

Taí, ouvi por uma indicação no twitter e gostei.
Vale a pena ouvir.

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(re)Começo

Estou com muita vontade de voltar a ter um blog, e muito sem saco de criar um, vejamos o que sai daqui.

A idéia é simples, até demais: Vc manda um email pra post@posterous.com com o título do post no assunto.

No corpo do email, o post.

Dá pra colocar links, anexar mp3, fotos e algumas outras coisas que eu não vi direito.

Aí ele cria uma página do tipo http://seunome.posterous.com

Parece divertido.

Vou testar durante uns dias e ver no que dá.

E vamo que vamo.

Abraços!

Daniel Corsi

Dan

(download)

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